Grupo Corpo - Obras - Santagustin
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coreografia: Rodrigo Pederneiras

música: Tom Zé e Gilberto Assis

cenografia: Paulo Pederneiras e Fernando Velloso

figurino: Ronaldo Fraga

iluminação: Paulo Pederneiras

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coreografia: Rodrigo Pederneiras

música: Tom Zé e Gilberto Assis

cenografia: Paulo Pederneiras e Fernando Velloso

figurino: Ronaldo Fraga

iluminação: Paulo Pederneiras

A capitulação às tentações da luxúria versus o combate ferrenho e intransigente aos prazeres da carne. A tensão entre os dois extremos que marcaram a existência terrena do filósofo e religioso Aurélio Agostinho (354 - 430), o Santo Agostinho do panteão católico, serviu como ponto de partida para o compositor Tom Zé criar a música original do mais recente balé do Grupo Corpo – Santagustin, de 2002.

O atrito produzido pelo confronto entre forças contrárias interessou a Rodrigo Pederneiras, que adotou como tema central para sua construção coreográfica o Amor, com todas as contradições que ele encerra, sua sublimidade e seu ridículo. O resultado é uma obra carregada de humor e erotismo, que contrapõe atração e repulsa, fragilidade e fortaleza, prazer e comiseração, brusquidez e delicadeza, sinuosidade e angulosidade, consonância e dissonância, acústico e eletrônico, numa sucessão vertiginosa de pas-de-deux, solitários ou em grupo.

O balé marca o início da colaboração entre grupo mineiro de dança e o estilista Ronaldo Fraga, que encontra na convivência entre o verde cítrico e o rosa-shocking uma síntese cromática para todo esse rosário de contrastes, enquanto Paulo Pederneiras coloca no centro da cena um gigantesco coração de pelúcia, de cinco metros de altura, tradução cenográfica da índole hiperbólica do mais cultivado dos sentimentos humanos.

santagustin    2002
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