MINISTÉRIO DA CULTURA, CEMIG e PETROBRAS apresentam

Slide 1

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Benguelê

1998

coreografia: Rodrigo Pederneiras
música: João Bosco
cenografia: Fernando Velloso e Paulo Pederneiras
figurino: Freusa Zechmeister
iluminação: Paulo Pederneiras

Benguelê é uma exaltação ao passado africano e às suas marcantes e profundas raízes na cultura brasileira. Riscando do palco, sem nenhum pudor, qualquer vestígio da técnica clássica – que, no entanto, presente na formação dos bailarinos, dá suporte à complexa coreografia -, o coreógrafo evoca, do início ao fim, ritmos afro-brasileiros como o maracatu, o candomblé e o congado. Anarquia e frenesi substituem a simetria e a ordem dos bailarinos em cena. Pas-de-deux e fouettés dão lugar a batidas de pé, remelexos de quadril, ombros e pélvis. A diversidade rítmica ganha vida ao som da música inspirada do compositor, cantor e violonista João Bosco. São onze temas – especialmente criados como a música-tema Benguelê, ou recriados como o chorinho 1×0 de Pixinguinha, ou Tarantá e Carreiro Bebe, do folclore. Ora festivos, ora ritualísticos, os movimentos sugerem danças tribais, onde a representação de figuras humanas, vergadas pelo tempo, ou animalizadas, pontuam o espetáculo.

Obras

Piracema

Piracema

Primavera

Primavera

Gil Refazendo

Gil Refazendo

Dança Sinfônica

Dança Sinfônica

Suíte Branca

Suíte Branca

Sem Mim

Sem Mim

Onqotô

Onqotô

Lecuona

Lecuona

Santagustin

Santagustin

O Corpo

O Corpo

Benguelê

Benguelê

Parabelo

Parabelo

Sete ou Oito Peças para um Ballet

Sete ou Oito Peças para um Ballet

Nazareth

Nazareth

Missa do Orfanato

Missa do Orfanato