coreografia: Rodrigo Pederneiras
música: Marco Antônio Guimarães (sobre a obra de J. S. Bach)
cenografia: Fernando Velloso e Paulo Pederneiras
figurino: Freusa Zechmeister
iluminação: Paulo Pederneiras
Um jogo entre o que se ouve e o que se vê, onde o barroco de Bach e o barroco de Minas Gerais, no Brasil, se realizam como dança. A coreografia aspira ao que está acima, e a música, ao que está dentro das partituras de Bach e que Marco Antônio Guimarães, o compositor, nos ajuda a descobrir.
Entre azuis, dourados e escuros, uma dança que celebra a arquitetura da vida: fluxo contínuo de onde emergem construções cinéticas surpreendentes.